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Donald Trump avalia ataques limitados ao Irã caso não haja progresso nas negociações nucleares, mas enfrenta resistência do chefe do Estado-Maior, general Daniel Caine, que alerta sobre os riscos de um conflito prolongado. A decisão final ficará com Jared Kushner e Steve Witkoff, assessores de confiança, que devem avaliar o compromisso iraniano em abandonar seu programa nuclear, após negociações mediadas por Omã.
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- Trump considera ataques limitados ao Irã se não houver progresso nas negociações nucleares
- O chefe do Estado-Maior, general Daniel Caine, alerta sobre risco de conflito longo
- Kushner e Witkoff vão decidir o destino final após avaliar o Irã abandonar o programa nuclear
- A dupla vai avaliar se Teerã está realmente pronto para abrir mão do enriquecimento de urânio
- As negociações indiretas são mediadas por Omã e dependem da opinião da dupla
Trump avalia ataques limitados ao Irã caso negociações nucleares não avancem
Contexto: negociações e prazos em foco
Ele está sob pressão para fechar um novo acordo nuclear com o Irã, com um prazo considerado próximo de se esgotar. A possibilidade de medidas militares de menor escala tem ganhado espaço, caso não haja progresso claro nas tratativas. As autoridades dizem que a decisão final pode depender de como o Irã se mostra disposto a abandonar o seu programa de enriquecimento.
Resistência dentro da cúpula
Seus assessores enfrentam uma oposição interna. O chefe do Estado-Maior, o general Daniel Caine, expressou reservas sobre qualquer ataque, destacando o risco de transformar um confronto curto em um conflito prolongado e complexo. A avaliação dele enfatiza a importância de evitar uma escalada que possa durar meses ou anos.
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Papel de Kushner e Witkoff
A decisão final, segundo relatos, ficará nas mãos de Jared Kushner e Steve Witkoff, dois conselheiros de confiança de Trump. Eles deverão analisar, após uma nova rodada de conversas mediadas pela Omã, se o Irã está realmente disposto a abrir mão de suas capacidades de enriquecimento de urânio para fechar um acordo, ou se as negociações servem apenas para adiar um acordo definitivo.
Próximos passos e avaliação final
Fontes indicam que o grupo de Kushner/Witkoff avaliará o compromisso do Irã após a próxima rodada de negociações. A conclusão deles será crucial para a decisão final que Trump deverá tomar, conforme relatos de pessoas próximas ao governo. A negociação indireta com o Irã, conduzida nesse formato, continua na agenda pública e influencia os cenários diplomáticos e militares.
Conclusão
Ele aponta que o desfecho depende de uma avaliação cuidadosa do compromisso iraniano. A possibilidade de ataques limitados permanece sob consideração, e Kushner e Witkoff, após a nova rodada de negociações mediadas por Omã, deverão determinar se Teerã está realmente disposto a abrir mão do enriquecimento de urânio. As negociações indiretas continuam a moldar a agenda diplomática e militar, mantendo o foco no compromisso iraniano e no tempo até um possível acordo definitivo.
Perguntas frequentes
Quem fica com a decisão final sobre ataques ao Irã?
Kushner e Witkoff ficam com a decisão final, após avaliarem o compromisso do Irã em abandonar o enriquecimento de urânio.
Qual é o papel de Kushner e Witkoff nas negociações com o Irã?
Eles lideram as negociações indiretas e decidem se Teerã quer abrir mão do seu programa nuclear.
O que Trump está considerando caso as negociações fracassarem?
Ele avalia ataques limitados se não houver progresso. A decisão depende da dupla.
Qual o risco apontado pelo general Daniel Caine?
O risco é um conflito prolongado e custos altos para os EUA e aliados.
O que precisa acontecer para a decisão ser tomada?
Uma nova rodada de negociações mediadas por Omã e avaliação do compromisso do Irã em abandonar o enriquecimento de urânio.