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O presidente Donald Trump é o foco desta matéria. Ele mantém uma agenda protecionista voltada para as negociações com o Brasil. A administração continua investigações comerciais contra o Brasil sob a Seção 301 da Lei de Comércio de mil novecentos e setenta e quatro, mesmo após a Suprema Corte declarar ilegais algumas tarifas. A agência USTR diz que vai seguir com as investigações e que, se forem encontradas práticas desleais, novas tarifas podem entrar em vigor. O movimento não conseguiu reduzir o déficit comercial, que atingiu um nível histórico. Este texto analisa as consequências para o Brasil e para as relações comerciais globais.
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- EUA mantêm investigações comerciais contra o Brasil mesmo após a decisão da Suprema Corte
- O USTR diz que as investigações contra Brasil e China continuam
- Tarifas podem ser usadas para corrigir práticas desleais
- Governo quer manter tarifas existentes e abrir novas apurações
- O déficit comercial dos EUA continua alto, segundo a imprensa
EUA mantêm investigações comerciais contra o Brasil, mesmo após decisão da Suprema Corte
Contexto: o que é a Seção 301 e por que ela importa
Eles descrevem a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 como uma ferramenta para enfrentar práticas comerciais desleais. As autoridades afirmaram que, embora a justiça dos EUA tenha invalidado parte de tarifas anteriores, o processo de apuração permanece ativo. A ideia é identificar práticas como desvio de regras, subsídios indevidos e outras políticas que prejudiquem a economia americana. Nesse cenário, o objetivo declarado é identificar medidas corretivas que justifiquem eventuais tarifas adicionais.
Ações em curso: Brasil, China e a resposta da USTR
A Administração dos EUA disse que continuará as investigações em andamento sob a Seção 301, incluindo aquelas voltadas ao Brasil e à China. Segundo fontes oficiais, se as investigações encontrarem práticas desleais e houver justificativa para remédios, as tarifas podem ser uma das ferramentas aplicáveis. O comunicado indica que o governo também manterá medidas existentes sob outra norma, a Seção 232, ao mesmo tempo em que avança com novas apurações sob a Seção 301. As autoridades ressaltaram que a política busca reorientar o sistema de comércio global em benefício de trabalhadores e empresas norte-americanas.
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Resultados e números: o déficit de 2025
As medidas protecionistas adotadas até o momento não impediram a elevação do déficit externo dos Estados Unidos. Dados de 2025 apontam para um valor próximo de US$ 901,5 bilhões, o maior da série histórica, segundo relatos de veículos de imprensa. A leitura oficial destaca que a política é fundamentada na ideia de combater práticas consideradas injustas, ainda que os números de comércio continuem pressionados em sentido negativo.
Conclusão
Esta conclusão aponta que as investigações sob a Seção 301 permanecem ativas, mesmo após a decisão da Suprema Corte sobre tarifas, mantendo abertas as possibilidades de novas ações contra o Brasil. O USTR afirma que continuará avaliando práticas consideradas desleais com o objetivo de remediar desequilíbrios e, se necessário, impor novas tarifas. Embora as medidas protecionistas não tenham reduzido o déficit comercial, elas elevam as tensões nas relações bilaterais e influenciam o cenário comercial global. O Brasil permanece sob escrutínio e sujeito a mais apurações, mas ainda há espaço para negociações que tragam estabilidade e previsibilidade. Em síntese, o episódio evidencia uma tendência de maior uso de instrumentos protecionistas nos EUA, com implicações para o comércio, as cadeias de suprimentos e a cooperação com parceiros como o Brasil.
Perguntas frequentes
- Por que os EUA continuam investigando o Brasil sob a Seção 301 mesmo após a decisão da Suprema Corte sobre tarifas?
Resposta: A decisão anulou algumas tarifas, mas não encerrou as investigações 301. O USTR ainda analisa se o Brasil tem práticas desleais. Se encontrar, tarifas podem voltar.
- O que é a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 e por que ela é usada contra o Brasil?
Resposta: A Seção 301 permite aos EUA investigar práticas comerciais de outros países. Se as práticas forem desleais, o governo pode responder com tarifas ou outras medidas.
- Que tipos de práticas são analisadas na investigação atual?
Resposta: Desmatamento ilegal, corrupção e outras políticas comerciais que os EUA dizem ser desleais. Também podem entrar áreas regulatórias e de mercado.
- Qual tem sido o efeito no déficit comercial americano?
Resposta: O déficit chegou a US$ 901,5 bilhões em 2025, o maior da série histórica.
- O que isso significa para o Brasil e para as relações com os EUA?
Resposta: O Brasil continua sob investigação. Podem surgir novas tarifas. As relações ficam tensas, mas ainda há espaço para negociações.